Cortem-lhe a cabeça!




   Quando uma organização nasce, junto com ela nasce o desejo de crescimento, desenvolvimento e sucesso. Os investimentos em projetos relacionados à estrutura física, processos, imagem que irá criar junto ao mercado, são ações primordiais nesse momento de concepção. Mas para que, de fato, haja vida dentro dessa organização, parece que falta um pequeno detalhe: as pessoas.
   Sem gente, a máquina não funciona. Às vezes, não é necessário em quantidade, mas em qualidade! As pessoas são como sangue que circula, para que tudo aconteça ou não dentro de uma empresa. A identificação do papel do individuo na organização, sua adaptação em prol de um maior desempenho possível é o grande desafio. Porém a adoção do método “Rainha de Copas” parece bem mais fácil. Viver cortando cabeças é um modelo de gestão negativo e pode comprometer os resultados da empresa muito além do que pensamos. Mais do que os custos com admissão e demissão ( diretos e indiretos), esse modelo não permite geração de capital. Nem em espécie, tão pouco intelectual. Uma vez que não há geração de conhecimento, a própria cultura da empresa vai se perdendo e acaba deixando de existir.
   Quem é bom fica, quem não é, sai. Será que essa é a lei? Não seria o que melhor se adapta mais capacidade de sobrevivência? E para que haja adaptação, às duas partes precisam estar comprometidas, precisam querer. A empresa usa todas as ferramentas possíveis para desenvolvimento e qualificação. E o funcionário se envolve com tudo que é oferecido cada vez mais. Uma faca de dois gumes que precisa estar muito bem afiada dos dois lados!
   Com tantas possibilidades, porque escolher uma gestão limitada a equipamentos que só revelam medo, insegurança e incapacidade de conduzir pessoas e processos? Avalie as cabeças e seja capaz de reconhecê- las. 
logoblog

2 comentários:

  1. Mais um excelente texto! Enquanto a gestão estiver envolta em papéis e processos que por muitas vezes não saem do lugar e esquecem de conhecer o DNA da organização. Perde-se talentos quando automatizamos o que não deveria: as relações humanas.

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