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     Você conhece mesmo quem faz parte de sua equipe? O que faz cada um? Qual a importância do trabalho de quem está ao seu lado? Algumas perguntas simples, mas que talvez não estejamos aptos para responder. Não por falta de inteligência, mas por falta de entendimento sobre o real sentido do trabalho em equipe.

     É comum nos dias de hoje, dentro das organizações ou fora delas, ouvirmos com frequência a frase: “faço a minha parte! Ou “o meu está garantido!” Isto talvez porque o ser humano esteja vivendo de maneira intensa demais a sua individualidade. Amar a si mesmo é um mandamento sagrado para que possamos amar ao próximo. Contudo, a intensidade com que temos vivido esteja gerando mais problemas que soluções.Quando vivemos em um universo corporativo, dividimos nosso espaço, máquinas, materiais e nosso tempo. Certo? Por que então não dividimos conhecimentos e experiências? Porque estamos cultivando em excesso nossa individualidade e dando muito valor a isso.

     Para crescermos como pessoa e profissional é fundamental desenvolvermos diariamente uma competência muito importante, que é saber trabalhar em equipe. E essa competência não se resume apenas em gostar de gente, ser comunicativo, extrovertido e gente boa. Quem pensa dessa forma, podemos dizer que está frio. Quase congelando! A base para o trabalho em equipe é o respeito.Quando falamos em respeito, falamos sobre diferenças, opostos, distâncias. Respeitar aquilo que é igual podemos dizer que é fácil. Mas o respeito mesmo acontece através da tolerância e entendimento das diferenças. Discordar de um colega ou de um gestor, estando disposto a ouvir seus argumentos de maneira aberta sobre essa diferença é pouco usado no mundo business nos dias atuais.

    Contudo, para que o crescimento aconteça é preciso ser coletivo. Trocar, somar, olhar o outro com os olhos do entendimento e saber que mesmo sendo esse outro diferente e estando cada um em seu galho, formamos uma árvore única que é a empresa. 
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Capacidade de adaptação: uma competência que vale ouro!



    Quando estamos em uma organização, de fato estamos inseridos em um universo guiado por uma força chamada cultura organizacional.Todos os processos, as pessoas e as regras são responsáveis pela formação dessa cultura.Quando iniciamos em uma nova oportunidade de trabalho não conhecemos praticamente nada sobre "o que" e "como" tudo é feito nesse universo.Mas aos poucos vamos descobrindo como a engrenagem funciona e qual o papel que iremos desenvolver dentro dessa organização.
    Falando assim parece bem simples.Mas na prática nos envolvemos com pessoas dos mais diversos perfis e somos inseridos em processos diferentes a cada dia. E como tudo é novidade, a tendência que temos frente ao desconhecido é QUESTIONAR! O que é super saudável, se for bem direcionado por nós.O questionamento abre portas para o conhecimento.Mas o que não pode acontecer é deixar que essa ação nos leve a construção de muros que impeçam de enxergarmos a empresa como um todo. E caso isso aconteça, com certeza seremos mais resistentes que resilientes.
    Quando dizemos o tempo todo que não concordamos com alguma coisa, ou que isso não vai dar certo, ou que aquilo está errado e não vai levar a lugar nenhum, estamos na verdade fazendo um culto ao NÃO. Ou seja, fechando todas as possibilidades de conhecermos e compreendermos mais sobre a organização a qual pertencemos. É nesse ponto que o perigo de uma falsa insatisfação pode surgir e dominar nossas ações, fazendo com que quanto mais tempo estejamos nessa empresa, maior seja o desejo de sair dela.
    A verdade é que em vez de agirmos de forma tão critica, o recomendável é estar aberto e disposto a conhecer a empresa. Talvez o que seja feito em sua organização não esteja tão errado quanto pensa, mas simplesmente pode ser diferente de tudo que já aprendeu até o momento. Observe com atenção todas as possibilidades de aprender novos conteúdos, de como fazer e pensar de uma maneira nova. Aquilo que era terrível, talvez possa ser um caminho de construção para o desenvolvimento pessoal e profissional.
    Não seja resistente ao novo.Veja com os olhos da possibilidade e não seja contrário e critico por ser. Após se permitir a fazer parte da empresa, entendendo realmente como ela é, e mesmo assim não ser compatível a cultura, ai é hora de acionar um plano B e procurar novos caminhos.
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